Profissionais criativos: guias de faturação
- Faturação para animadores e motion designers: do storyboard ao recibo sem dor Animar é traduzir uma ideia abstrata em vinte e quatro quadros por segundo de movimento que faz sentido. Faturar essa animação é traduzir horas de keyframe…
- Faturação para DJs e artistas de palco: do cachê combinado ao recibo no bolso Tocar num casamento em Cascais num sábado e numa festa corporativa em São Paulo na quarta seguinte exige duas malas, três adaptadores e uma capacidade admi…
- Faturação para artistas plásticos: vendas, comissões e galerias sem perder dinheiro pelo caminho Pintar uma tela, esculpir uma peça em bronze ou montar uma instalação para uma feira leva semanas. Vender essa obra envolve galeria, colecionador particula…
- Faturação para desenvolvedores indie de jogos: do milestone Steam à fatura para publisher Lançar um jogo indie é programar três anos numa cadeira que dói, animar pixel a pixel uma personagem que ninguém ainda viu, fechar contrato com publisher q…
- Faturação para designers de joias: peças únicas, encomendas e prata sem dor de cabeça Quem desenha joias trabalha em duas escalas: a peça única feita à mão para uma cliente específica, e a coleção pequena vendida em feira ou loja conceito. A…
- Faturação para músicos e bandas: cachê, royalties e divisão entre integrantes sem briga Vida de músico profissional é série de gigs, alguns ensaios pagos, ocasional gravação em estúdio, uma percentagem de streaming que aparece três meses depoi…
- Faturação para tatuadores: do sinal de agendamento ao recibo do estúdio Tatuar é prática que mistura arte, técnica e responsabilidade sanitária. Quem vive disso passa metade do tempo desenhando o projeto e a outra metade negoci…
- Faturação para locutores e voice over: cobrar por uso, canal e duração sem deixar valor na mesa A voz é um instrumento que se grava em vinte minutos e fica em campanha por dois anos. O locutor profissional vende uma sessão curta de gravação, mas vende…